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Mostrando postagens de fevereiro, 2017

ANTITÉRMICOS E SUAS REAÇÕES ADVERSAS EM CRIANÇAS

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A febre é o resultado a uma resposta imunológica a um dano que libera na corrente sanguínea citocinas denominadas pirógenos endógenos, principalmente, interleucinas (Il-1 e Il-6) e fator de necrose tumoral (TNF). Estes pirógenos endógenos alcançam o centro termorregulador hipotalâmico e desencadeiam a síntese de prostaglandinas a partir do ácido aracdônico. A PGE2 é a principal responsável pelo aumento da temperatura corporal.4 Há três isoformas da ciclooxigenase, enzima responsáveis pela transformação do ácido aracdônico em prostaglandina: a COX-1 que tem ampla distribuição e desempenha funções de manutenção, a COX-2 que é um produto da resposta inflamatória e imune imediata e a COX-3, recentemente identificada, é uma variante da COX-1, parece estar ligada a febre e ser o primeiro alvo dos antiinflamatórios não-esteroidais no combate a febre. Embora existam muitos medicamentos com ação antitérmica para crianças, poucos são os fármacos aprovados para tratamento da febre. Nos EUA...

Alguns medicamentos comumente usados e suas interações com fitoterápicos

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Os fitoterápicos não estão livres de interações, apesar de serem tidos como naturais, eles possuem compostos ativos, o que torna possível a ocorrência de interações.  Estes podem causar interações entre si, com medicamentos sintéticos e mesmo com alimentos. Acima está a correlação entre alguns medicamentos comumente usados pela população e fitoterápicos. Alguns Fitoterápicos podem causar interações leves, como no caso da espinheira santa e alguns antibióticos, Podem ainda ser moderadas, como no caso da valeriana e os ansiolíticos. E ainda grave, como no caso da ginco biloba e o ASS.   

INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA

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RESPONDENDO A QUESTÃO NÚMERO 02 (A e B) A paciente ao ingerir o medicamento levotiroxina e mylanta juntos sofreu uma interação medicamentosa do tipo moderada relacionada a farmacocinética dos fármacos. Nesse caso, os três compostos do mylanta (hidróxido de magnésio, hidróxido de aluminio e simeticona) interferem na absorção da levotiroxina, reduzindo seus níveis plasmáticos, o que consequentemente reduz sua eficácia clínica como hormônio regulador da tireóide. Assim, uma opção para essa paciente seria a ingestão do mylanta de 4 a 6 horas após a ingestação da levotiroxina, o que iria garantir a eficácia dos dois medicamentos.