ANTITÉRMICOS E SUAS REAÇÕES ADVERSAS EM CRIANÇAS
A febre é o
resultado a uma resposta imunológica a um dano que libera na corrente sanguínea
citocinas denominadas pirógenos endógenos, principalmente, interleucinas (Il-1
e Il-6) e fator de necrose tumoral (TNF). Estes pirógenos endógenos alcançam o
centro termorregulador hipotalâmico e desencadeiam a síntese de prostaglandinas
a partir do ácido aracdônico. A PGE2 é a principal responsável pelo aumento da
temperatura corporal.4 Há três isoformas da ciclooxigenase, enzima responsáveis
pela transformação do ácido aracdônico em prostaglandina: a COX-1 que tem ampla
distribuição e desempenha funções de manutenção, a COX-2 que é um produto da
resposta inflamatória e imune imediata e a COX-3, recentemente identificada, é
uma variante da COX-1, parece estar ligada a febre e ser o primeiro alvo dos
antiinflamatórios não-esteroidais no combate a febre.
Embora existam
muitos medicamentos com ação antitérmica para crianças, poucos são os fármacos
aprovados para tratamento da febre. Nos EUA, apenas AAS, o paracetamol e o
ibuprofeno são aprovados pelo FDA para tratamento da febre em crianças menores
que 12 anos e os novos antiinflamatórios não-hormonais devem ser reservados
apenas para tratamentos reumatológicos crônicos e sob supervisão médica. O
universo das drogas utilizadas como antitérmicos no Brasil gira em torno da
dipirona, paracetamol e ibuprofeno. É sabido que o mundo ocidental sofre grande
influência dos Estados Unidos e o fato
da dipirona não ser aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA), o ácido
acetilsalicílico estar associado à Síndrome de Reye em algumas viroses, impôs a
estes fármacos inúmeras restrições, favorecendo a maior prescrição de
paracetamol e ibuprofeno. No caso do paracetamol, vem crescendo o número de
artigos originais de revisão, que comprovam sua maior toxicidade e menor eficácia
quando comparado a dipirona e ibuprofeno, o que vem influenciando médicos a
reavaliarem seus conceitos.
Apesar da relativa segurança dos antitérmicos qualquer
medicamento pode causar efeitos indesejáveis e as crianças são mais sensíveis
que os adultos aos efeitos tóxicos destes. Segue abaixo, algumas reações possíveis de ser causadas pelos principais antitérmicos utilizados.
PARACETAMOL
Paracetamol
ou acetaminofeno é um analgésico e antitérmico, muito utilizado em nosso meio.
É o n-acetil-p-aminofenol, metabolito ativo na fenacetina, analgésico bastante
conhecido derivado alcatrão. Seu uso aumentou muito devido as restrições
impostas ao ácido acetilsalicílico e por isso é um dos fármacos mais utilizados
em pediatria e no Brasil. Tem sua segurança e eficácia bem estabelecida. Não
produz nenhum efeito sobre o sistema cardiovascular e digestivo. Entretanto, é
considerado a principal causa de insuficiência hepática na Grã-Bretanha e
Estados Unidos da América, seja por ingestão acidental ou uso abusivo, e a
principal causa de morte por medicamentos relatada à Academia Americana de
Pediatria. Nas crianças menores de 12 anos, o sulfato de
acetaminofeno é o principal metabólito e nas crianças maiores e adultos, o
principal metabólito é o glicuronídeo de acetaminofeno. Menos de 5% da droga, é
excretada sob forma inalterada. O restante é metabolizada pelo metabolismo do
citocromo P450 e forma um metabólito menor, mas altamente ativo conhecido como
N-acetil-benzoquinona (NAPQI). Este metabólito torna-se importante em altas
doses em virtude de sua toxicidade para o fígado e para o rim. A glutationa é o
responsável pela neutralização deste metabólito transformando-o em ácido
mercaptúrico. Entretanto, este antioxidante tem sua quantidade limitada, assim
em caso de overdoses, o seu esgotamento leva a reação do NAPQI com os grupos
sulfidrílas das proteínas hepáticas levando a um acúmulo intracelular de cálcio
e ativação da endonuclease dependente de cálcio. Esta endonuclease fragmenta o
DNA, levando a necrose celular e insuficiência hepática. Idade, dietas, doenças
do fígado, alcoolismo e doenças crônicas afetam os estoque da glutationa no
fígado. As crianças normalmente apresentam grandes estoques da glutationa, mas
estados como febre, diarréia, vômitos e subnutrição a deixam tão vulneráveis
quanto os adultos. Alguns medicamentos como fenobarbital, rifampicina, fenitoina, isoniasida, carbamazepina e
zidovudina que usam o metabolismo do citocromo P450, promovem o
incremento do metabólito tóxico, NAPQI, favorecendo a toxicidade do
paracetamol. Sabe-se que o paracetamol age na via das ciclooxigenases impedindo
a formação de prostaglandinas, assim como os antiinflamatórios não-esteroidais
(AINEs), entretanto, paracetamol não age sobre a agregação plaquetária, a
inflamação e não tem efeitos colaterais sobre o trato gastrointestinal. Assim,
paracetamol não parece agir perifericamente e sim ter um efeito central.
REAÇÕES ADVERSAS AO MEDICAMENTO: O risco de se apresentar
reações adversas ao medicamento (RAM) é menor em crianças do que em adultos.
Quando utilizado em doses terapêuticas apresenta poucas reações adversas. A
incidência de manifestações dispépticas associada ao uso de acetaminofeno varia
entre 0,1 e 5%, enquanto a hemorragia digestiva ocorre em menos de 0,1%. Não
age sobre as plaquetas e o tempo de sangramento. Em doses terapêuticas pode
causar elevação das enzimas hepáticas sem icterícia em até 10% dos pacientes.
Esta alteração é reversível com a suspensão do medicamento. Além disso, não se
relaciona a aumento do risco de insuficiência hepática que está relacionada ao
uso de doses elevadas. A hepatotoxicidade, que pode levar a insuficiência
hepática fulminante, constitui uma manifestação tardia de difícil tratamento. É
a reação adversa mais dramática, pois sem um tratamento adequado, no momento
oportuno, a sobredosagem do paracetamol, provavelmente, levará ao óbito. A intoxicação
por acetaminofeno, tipicamente inclui quatro fases. Na primeira fase, o
paciente apresenta anorexia, vômitos, mal-estar e sudorese. Alguns pacientes
podem ficar assintomáticos. Estes sintomas duram até 24 horas. Na segunda fase,
os sintomas inespecíficos da primeira fase desaparecem e o paciente passa a
apresentar dor no hipocôndrio direito, hepatomegalia e oligúria podem acontecer. As taxas das enzimas hepáticas,
bilirrubinas e tempo de ativação da protrombina podem se elevar. Essa fase pode
durar mais 48 horas. Na terceira fase, que pode durar 3 a 5 dias, os sintomas
da primeira fase reaparecem acompanhados de sintomas de falência hepática como
hipoglicemia, icterícia, coagulopatia e encefalopatia. Falência renal (necrose
tubular aguda é o mais comum) e miocardiopatia podem acontecer. A quarta fase é
caracterizada pela recuperação ou falência total do fígado e morte, pode durar
5 a te 14 dias após a última ingestão do fármaco. Em doses habituais, o
acetaminofeno não é nefrotóxico e sua nefrotoxicidade está relacionada ao seu
uso crônico que pode causar necrose tubular aguda. Também há evidências que a
nefrotoxicidade seja mais prevalente em pacientes mais idosos. A fenacetina,
seu precursor, tem seu uso crônico relacionado à necrose papilar renal e
nefrite intersticial crônica, mas não há evidências suficientes que apontem o
paracetamol como causador deste tipo de lesão. Síndrome de Stevens-Johnson e
eritema multiforme são pouco comuns. Urticária tem aparecimento ocasional. O
consumo de acetaminofeno tem sido relacionado a um aumento na freqüência da
rinite alérgica e asma. Uma revisão aponta possível associação entre uso de
paracetamol e aparecimento de asma em pacientes suscetíveis entre 6 e 7 anos de
idade, no México, atribuindo-o à depleção de glutationa pulmonar e estresse
oxidativo. Em alcoolistas, com consumo moderado ou elevado de álcool, em uso de
doses repetidas de paracetamol por 48 horas não mostrou alteração dos níveis de
aminotransferases e tempo de protrombina e nem manifestações clínicas em
relação ao uso do placebo. Em outros estudos, dose única de 1 a 2 g de
paracetamol não causou dano hepático. Assim, aceita-se como razoável o uso do
acetaminofeno em pacientes que fazem uso crônico de álcool.. Em estudos
randomizados mostrou-se que o paracetamol pode ser usado em pacientes
hepatopatas com segurança por períodos de até 14 dias sem reações adversas ao
medicamento. Esudos caso-controle não mostraram associação entre paracetamol e
agranulocitose e aplasia de medula.
INDICAÇÕES: Dor leve a moderada e tratamento da febre. Tem
pouca eficácia como antiinflamatória. CONTRA-INDICAÇÕES :Hipersensibilidade ao
paracetamol. Deve ser evitado em pacientes com menos de três meses. As doses
máximas diárias em crianças devem ser cotroladas. DOSE RECOMENDADA: A dose
recomendada para criança é de 10 a 20mg/kg, sendo a dose tóxica de 120 a
150mg/kg. Para adultos, a dose recomendada é de 500mg a 1g por dose sendo a
dose máxima 4g/dia.
DIPIRONA
A dipirona Pode ser administrada por via oral, venosa,
intramuscular e retal. Sua biodisponibilidade é de aproximadamente 90%, não
sendo alterada quando administrada via oral concomitantemente a alimentos. Após
administração por via oral, a dipirona passa por rápida hidrólise não enzimática,
no suco gástrico determinando a formação do metabólito MAA (4-metilamino-antipirina)
e é absorvido nesta forma. É, a seguir, metabolizado no fígado por demetilação
à AA (4-amino-antipirina), e por oxidação à FAA (4-formil-amino-antipirina).
Nenhum desses metabólitos liga-se extensivamente às proteínas plasmáticas,
sendo predominantemente excretados pelo rim. Os efeitos analgésicos
correlacionam-se, de modo bem próximo, com as concentrações dos dois primeiros
metabólitos acima descritos (MAA e AA).26,30,31 Apenas 58% da droga se ligam às
proteínas do plasma. Seu efeito pode ser esperado em 20 a 30 minutos, tem
meia-vida de 2 a 3 horas e tem duração de 4 a 6 horas. Os metabólitos da
dipirona são encontrados no líquido céfalo-raquidiano e no leite materno em
altas concentrações igual ou até maior que no plasma até 48 horas após ingestão
oral de dipirona. É uma droga segura para ser usada durante a lactação,
entretanto, a longo prazo, tenha seu efeito incerto.
INDICAÇÕES :Dor leve a moderada e para tratamento da febre.
É um fraco antiinflamatório em doses terapêuticas. CONTRA-INDICAÇÕES: É
contra-indicada em pacientes com história de hipersensibilidade a droga e
alterações hematológicas. Deve ser evitada em crianças menores de 3 anos e
menores de 5kg. Em pacientes com alteração renal e hepática deve ser usado com
cautela, pois há diminuição da excreção. DOSE RECOMENDADA: Para tratamento da
febre em crianças, a dose usual varia de 10 a 20mg/kg/dose de 6/6h.25 Em
adultos, pode-se usar de 0,5 a 1g de 4/4h, sendo a dose máxima 4g/dia.25 19
4.3.
IBUPROFENO
O ibuprofeno (ácido 4-isobutil-α-metilfenilacético) é um
antiinflamatório nãoesteroidal, derivado do ácido propiônico, tem boa ação como
antitérmico. É uma molécula que foi desenvolvida na década de 60 e é utilizada
na Inglaterra desde 1967. Liberado para uso nos Estados Unidos da América em
1974 para tratamento de artrite e, em 1984, liberado seu uso como analgésico
pelo FDA. Sua aprovação para uso pediátrico foi em 1989, mas só em 1995 foi
possível sua compra sem prescrição médica. O ibuprofeno é uma mistura racêmica
de dois isômeros, (S)-Ibuprofeno e o (R)- Ibuprofeno. Entretanto, o
(S)-Ibuprofeno equivale à forma ativa. A forma (R), inativa, pode se
transformar na forma (S) ativa por via enzimática, mas esta transformação é
lenta e incompleta. É uma droga que pode ser utilizada sob forma oral e uma
outra forma, tópica, vem sendo testada, mas ainda não foi liberada pelo FDA no
Brasil. É uma droga rapidamente absorvida por via oral e suas concentrações
plasmáticas máximas são observadas 15 a 30 minutos após a ingestão. A ingestão
concomitante de alimentos pode retardar sua absorção, entretanto, não altera
sua biodisponibilidade. Sua ação pode durar de 4 a 8 horas após administração.
Tem meia-vida de aproximadamente 2 horas. Praticamente toda droga ingerida é
eliminada em 24 horas. O ibuprofeno liga-se extensamente às proteínas
plasmáticas (99%). Ele é metabolizado no fígado pela CYP2C8 e CYP2C9. Mais de
90% do ibuprofeno ingerido é excretado na urina sob forma de metabólicos ou
seus conjugados e apenas uma pequena parte é excretada de forma inalterada. Em
testes laboratoriais, em animais, este fármaco penetra facilmente a barreira
placentária. O ibuprofeno tem uma razão leite/plasma que varia de 0,008 a 0,06
e uma meia-vida curta, de 2 horas. Assim sendo, o ibuprofeno é considerado
seguro para a amamentação por ter uma meia-vida reduzida, baixa passagem para o
leite materno, ausência de metabólitos ativos e de eventos adversos relatados. Inibidor
não-seletivo da COX-1 e da COX-2. Impedindo a formação de prostaglandinas pela
via dos tromboxanos. Entretanto, não impede a formação de leucotrienos pela via
das lipoxigenages. Ele atua como antitérmico impedindo a formação de
prostaglandinas, principalmente a tipo 2 nas regiões periventriculares e perto
do hipotálamo.
REAÇÕES ADVERSAS: Assim como todos os antiinflamatórios não-esteroidais
não-seletivos, o ibuprofeno pode provocar reações no trato gastrointestinal
como indigestão, náuseas, diarréia, acidez, dor de estômago e úlceras,
relacionadas à inibição da COX-1. Entretanto, ele é o que está menos
relacionado a estes efeitos. Tem o risco de provocar hemorragia digestiva alta
em 0,072% das crianças que usam ibuprofeno. O ibuprofeno não foi relacionado à
maior incidência de Síndrome Reye. Em alguns estudos, o ibuprofeno foi
relacionado à neutropenia e mais raramente à agranulocitose e aplasia de
medula. Ele induz, em certos casos, o aumento do tempo de sangramento devido à
inibição da agregação plaquetária causada pela inibição da produção do
tromboxano. O ibuprofeno muitas vezes é usado para o fechamento do canal
arterial em recém nascidos prematuros devido a sua ação de inibir as
prostaglandinas. Entretanto, esta droga compete com a bilirrubina na ligação
com a albumina. Assim, esses prematuros estariam correndo maior risco de
desenvolver encefalopatia bilirrubínica, uma vez que a bilirrubina livre
penetra mais facilmente a barreira hematoencefálica. O uso do ibuprofeno nos
dois primeiros trimestre de gestação é aprovado e não há comprovação de que
esteja relacionado a malformações fetais. No terceiro trimestre, o uso regular
desta droga se relaciona ao fechamento do canal arterial intra-útero e,
conseqüentemente, hipertensão pulmonar persistente no recém-nascido. Além
disso, está relacionado ao atraso do início do trabalho de parto, trabalho de
parto prolongado e aumento do risco de sangramento durante o parto. Reações
adversas renais são incomuns, mas quando se manifestam podem ser graves. Essas
reações estão relacionadas ao uso de doses maciças do ibuprofeno e ao uso
crônico. Existem três maneiras do ibuprofeno lesar o rim. Em condições normais
as prostaglandinas participam apenas com uma parte da função glomerular e
manutenção do 21 fluxo sanguíneo, mas em condições de desidratação e hipofluxo
renal, as prostaglandinas assumem um papel importante para manter um fluxo
renal adequado provocando vasodilatação e estimulando o sistema
renina-angiotensina. A diminuição das prostaglandinas em situações como estas,
pode provocar distúrbios hidroeletrolíticos, hipoperfusão renal, necrose
tubular aguda ou necrose cortical que podem ser reversíveis. Outra forma de
agressão ao rim, mas desta vez irreversível é a reação de hipersensibilidade ao
ibuprofeno que pode provocar síndrome nefrótica e nefrite intersticial. O
ibuprofeno e seus metabólitos também podem ser citotóxicos e causar nefrite
intersticial e necrose papilar.48 Têm se especulado a participação do
ibuprofeno como agente indutor da asma e processos alérgicos. Entretanto,
alguns estudos não comprovaram a participação desta droga com a indução da
asma. Lesko et al (2005) não mostrou em seu estudo aumento da exacerbação da
asma ou aumento das internações por asma em crianças devido ao uso do
ibuprofeno por períodos curtos. Entretanto, já em pacientes com rinite
alérgica, pólipos nasais e história prévia de processos respiratórios induzidos
por aspirina, o ibuprofeno esteve relacionado com o aparecimento de angioedema
e urticária.
INDICAÇÕES: Ibuprofeno está indicado para dores de origem
inflamatótia de intensidade moderada ou em dores em que a forte inibição de
prostaglandinas esteja indicada como a dismenorréia. Também está indicado para
o tratamento de febre em crianças. CONTRA-INDICAÇÕES: O ibuprofeno deve ser
evitado em crianças que apresentem sabidamente hipersensibilidade ao ácido
acetilsalicílico ou outro antiinflamatório não-esteroidal, síndromes dispépticas
e durante o terceiro trimestre de gravidez (formulário terapêutico). Não deve
ser utilizado em pacientes com alterações renais e evitado em pacientes com
desidratação. O uso em crianças menores de seis meses deve ser restrito, salvo
os casos com indicação do fechamento do canal arterial. DOSE RECOMENDADA: Para
tratamento da febre em crianças recomenda-se a dose de 5 a 10mg/kg/dose, 3 a 4
vezes por dia. Quando usado como antiinflamatório a dose preconizada é de 30 a
40mg/kg/dia em 3 a 4 doses, sendo a dose máxima recomendada de 60mg/kg/dia.25
Em adultos a dose recomendada é de 300 a 600mg por dose, 3 a 4 vezes por dia
com dose máxima de 2,4g/dia.
Referências:
BECKHAUSER, Gabriela Colonetti et al. Utilização de medicamentos na Pediatria: a prática de automedicação em crianças por seus responsáveis. Rev Paul Pediatr, v. 28, n. 3, p. 262-8, 2010.
CARVALHO, Diélly Cunha de et al. Drug utilization among children aged zero to six enrolled in day care centers of Tubarão, Santa Catarina, Brazil. Revista Paulista de Pediatria, v. 26, n. 3, p. 238-244, 2008.
SUKIENNIK, Ricardo et al. Antitérmicos na emergência pediátrica: estamos usando a dosagem adequada. Pediatria (São Paulo), v. 28, n. 3, p. 175-83, 2006.

Seria interessante inserir as informações de modo mais compilado e anexar o link que direciona-se aos artigos referenciados para leitores que tenham interesse na íntegra do conteúdo.
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