Feedback aula sobre da FEBRE, DOR E INFLAMAÇÃO
Inflamação
é uma resposta tecidual a um agente
agressor. É caracterizada pelos sinais de rubor, calor, tumor e dor. A dor
inflamatória não ocorre imediatamente após ou durante um estímulo, mas sim após
a ativação da “cascata de citocinas” (mediadores inflamatórios).
A
febre é definida como uma elevação da temperatura do corpo acima dos valores
normais para o indivíduo (37,8°C). Ela ocorre quando algum corpo estranho
invade o organismo. Não é considerada uma doença, mas sim um mecanismo
importante de defesa contra agentes infecciosos, já que estimula o sistema
imune a produzir mais substâncias que auxiliam na defesa do organismo, porém,
vem normalmente acompanhada por dor muscular, irritabilidade, mal-estar,
fraqueza e falta de apetite, quando é muito elevada pode até causar convulsões.
São vários os fatores que determinam alterações da temperatura corpórea, entre
eles infecção, seqüela de dano tecidual, inflamação, rejeição a enxerto,
câncer, outros estados de doença, medicamentos, excesso de atividade
musculoesquelética e exposição a grandes temperaturas ambientais.
Os
antiinflamatórios não esteroidais (AINEs) são os medicamentos mais indicados
para o alívio destes sintomas, seu mecanismo de ação possibilita essa
multiplicidade de efeitos. Os antiinflamatórios são classificados em
esteroidais, representados pelos glicocorticóides, e em não esteroidais,
sintetizados quimicamente. Ambos inibem a síntese de prostaglandinas, mas por
diferentes mecanismos de ação.
QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ANALGÉSICOS,
ANTIPIRÉTICOS E ANTIINFLAMATÓRIOS?
Antiinflamatórios: Reduzem a inflamação através da
redução das prostaglandinas vasodilatadoras, minimizando a vasodilatação e o
edema. Não reduzem o acúmulo de células inflamatórias.
Analgésicos: Diminuem a sensibilização das terminações
nervosas através da redução da síntese de prostaglandinas. O alívio da cefaléia
está relacionado a uma redução da vasodilatação mediada pelas prostaglandinas.
Antipiréticos: Minimizam a produção de prostaglandinas
no hipotálamo. As prostaglandinas, como visto anteriormente, são responsáveis
pela elevação do ponto de ajuste hipotalâmico para o controle
A febre, a dor e a
inflamação são características bastante comum na nossa prática, na minha
vivência como residente é recorrente pacientes com esses sintomas, tanto as
gestantes como os bebês. Assim, é necessário estar apta no manejo desses sintomas, para acompanhar de
perto e de forma eficaz a terapia farmacológica dos pacientes. Durante a aula
pude compreender melhor a ação dos anti-inflamatórios não esteroidais, alguns
conceitos não lembrava mais e é de suma importância o conhecimento detalhado da
terapia. A aula também me instigou a estudar e pesquisar um pouco mais sobre os
manejos corretos com recém-nascidos. Sobre a febre é importantíssimo que
saibamos lidar com ela quando se trata de recém-nascidos, visto o grau de
ocorrências negativas que ela poderá causar. Na aula nos foi apresentado e
ressaltado os mecanismos de perda de calor dos bebês, e suas alterações no
quadro clinico do paciente. É importante o conhecimento desses mecanismos para
o manejo correto dos pacientes, visto que qualquer anormalidade pode vim a ser
de grandes causas. Na aula pudemos
ver muitos medicamentos utilizados para tratar esses sintomas, e quais as
idades, posologias e recomendações para sua utilização. Todos os conhecimentos
repassados foram de grande validade para minha atuação como farmacêutica tanto
na prática hospitalar, como na atenção primária e secundária, pois são sintomas
muito comuns de ocorrerem e é necessário que eu saiba lidar com cada situação
de uma forma única e completa.

Brena, poderia explicar a contuta (medicamentosa ou não) no manejo da febre na gestante e no RN mais vivenciada durante sua atuação profissional e se esse manejo pode ser justificado através de documentos (protocolos ou diretrizes terapêuticas)?
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