Feedback aula sobre FARMACOTERAPIA INFECCIOSA: GESTANTE E RECÉM-NASCIDO
Vimos na aula que os antimicrobianos são bastantes utilizados na gestação e posso comprovar com a experiência clinica hospitalar da residência. Vários são os problemas infeciosos que levam as gestantes a utilizarem antimicrobianos, entre os que mais vi na área hospitalar estão: infecções urinárias e genitais e dentes infeccionados. Porém inúmeros são as infecções que poderão levar a utilização de antimicrobianos nesse período.
Algumas infecções maternas podem atravessar a placenta e ser transmitidas ao feto, como rubéola, toxoplasmose, malária, sífilis (a mais comum e que eu particularmente tive maior experiência no período que estava na maternidade), Hepatites, entre outros. Vimos que as consequencias de infecções maternas podem gerar inúmeras consequencias, como doenças no bebê ao nascer, parto prematuro, neomortalidades, natimortalidade, aborto e deformações.
Visto o grau de risco ocasionada por infecções, é necessário quer seja montado um esquema de tratamento antimicrobiano para gestante, a fim de que essa gestante utilize o medicamento correto com o menor tempo de tratamento possível e a maior eficácia clínica.
Vimos na aula as diferentes tipos de morfologias bacterianas, suas particularidades quanto a gram-negativas e gram-positivas, e os principais medicamentos para cada tipo de bacteria.
Vimos também na aula que os antimicrobianos podem agir de várias formas, como: inibição da sintese da parede celular da bacteria, no metabolismos do ácido fólico, na membrana citoplasmatica, na sintese proteica, na parede celular, no RNA polimersa, no DNA girase.
Segue, alguns antimicrobianos e suas classificações na gravidez:
O melhor, porém é evitar que haja alguma infecção no período gestacional, algumas medidas são fundamentais, tais como:
Lavar as mãos corretamente;
Não compartilhar materiais de uso pessoal;
Cozinhar corretamente a corna;
Evitar leite não pasteurizados;
Evitar contato com animais;
Fazer os testes de DST;
Realizar o rastreio do streptococus do grupo B
EXPLICANDO:
O estreptococo do grupo B é um tipo de bactéria que com frequência existe no intestino das pessoas. Essas bactérias podem acabar "colonizando" a vagina também, e aí existe o risco de transmissão ao bebê durante o parto. A infecção por estreptococo do grupo B na vagina não é considerada uma doença sexualmente transmissível, porque muitas vezes a área genital pode ser contaminada pelas bactérias que vivem na própria mulher. Embora seja perigoso para bebês, principalmente prematuros, o estreptococo B não costuma provocar sintomas em adultos, e na maioria das vezes é inofensivo para a mulher. Não é a mesma bactéria que o estreptococo A, responsável por várias infecções, como as amigdalites.



Brena, poderia inserir sobre o uso de antibióticos seguros ao recém-nascido e situações de terapia antimicrobiana nesta população?
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